Jack, xixi e cocô são lá fora!

Jack, xixi e cocô são lá fora!

Toda vez que alguém fala que o Jack é um cachorrinho muito educado, que só faz seu xixi e seu cocô no jornal, eu penso: “é, você não sabe como tivemos que insistir!”. Mas ao mesmo tempo, fico feliz de saber que deu certo!

Quando buscamos o Jack na casa onde ele nasceu, o dono da mãe dele disse que ele fazia as necessidades dele no jornal, que ficava no box do banheiro de empregada deles. Fiquei superfeliz de saber que ele já sabia onde deveria fazer o seu xixi e o seu cocô!

Ao chegar em casa, forrei a varanda com o jornal toda prosa. E indiquei para ele onde deveria fazer tudo. Pura ilusão! Nem lembrei que o ambiente tinha mudado completamente e que ele precisava de um tempinho para se acostumar.

É claro que ele nem tchum para o jornal. Nem usar pipi dog funcionou. Nadica de nada! Era xixi na cozinha, perto das portas dos quartos e banheiros, cocô na sala, perto da porta de entrada. Teve um dia que ao abrir a porta do meu quarto me deparei com o corredor cheio de xixi e cocô. Um caos! E eu tinha trabalhado até às 3h da madrugada! Quase morri de tristeza!

Toda vez que chegava, brincava ou estava descansando na sala falava: “Jack, xixi e cocô lá fora!”. Toda hora mesmo! O tempo todo! Um verdadeiro mantra! Genteee, falava tanto que o Renato falou que o cão ia achar que o nome dele era: Jackxixiecocôláfora.

Também tentava ficar um tempo na varanda para que ele fosse estimulado, visse o seu banheiro e fizesse tudo por lá. E nada! O danado às vezes fazia no lugar certo e às vezes não. Quando a gente brigava com ele, ele lançava aquele olhar: “poxa, num briga comigo, não. Não fiz por mal…”. E ficava quietinho esperando a poeira baixar.

Juro que não faço de novo! Vou acertar!!

Juro que não faço de novo! Vou acertar!!

 

Como não tenho paciência, isto durou exatos 15 dias! No 15º dia, não aguentei, esfreguei (de leve e sem violência, é óbvio!) o focinho dele no xixi, o levei ao jornal e falei: “Xixi é aqui!”. Voltei com ele e ao aproximá-lo do cocô o bichinho teve ânsia de vômito (é claro que não sou doida de esfregar o focinho dele no cocô! Imaginem a trabalheira para limpar! Neste caso era só para fingir!). De volta ao jornal disse: “Cocô é aqui!”.

Nunca mais o lindinho errou! Muita persistência! Vocês tem uma história parecida? Compartilhem comigo!





About the author

Zaida Campbell Albuquerque
Zaida Campbell Albuquerque

Oi! Eu sou a Zaida Campbell Albuquerque, carioca, quarentinha e apaixonada por fotografia. Sou contadora, mas nunca trabalhei na área. Porém, adoro contar histórias! Meu negócio é administrar a bagunça! Aqui será o espaço em que dividirei com vocês o que gosto e o que não gosto!

2 Comments

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  • Adotei uma cachorrinha e seu nome é Mel. Ela tem dois meses e está um pouco mais de uma semana lá em casa. Não sei o que acontece, quando achamos que aprendeu a fazer suas necessidades no lugar certo, achamos uma pocinha de xixi em algum canto da casa. Realmente, com a carinha que fazem da até um dó brigar, mas tenho visto algumas evoluções, a frequência com a Mel vem usado o lugar certo está aumentando…rs. Sou paciente e positiva, em ultimo caso, irei tentar a “técnica” de esfregar o focinho…rs. Bjs!

    • Nathalie, tenho certeza que a Mel aprenderá! A frequência de fazer no lugar errado é um bom sinal! Não desista porque vale a pena! Ah! E nunca resista ao charminho da Mel, no fundo no fundo, ela quer sua atenção 100% do tempo! Depois me conta se ela acertou! Bjo!

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